RELATÓRIO
XIV Assembléia Nacional da Fraternidade
Cristã de Pessoas com Deficiência do Brasil – FCD/BR
Carpina/PE –
17/MAIO è Domingoè
Coordenação Salete
ABERTURA
Edmilson Silva – Coordenador FCD de Pernambuco
Raimundo José Rodrigues Monteiro – Coordenador Inter NNE
Salete Inês Milan – Coordenadora Nacional
Claudia Isabel Padilha – Coordenadora da Frater Americana
Frei José Luiz Gennaro – Assessor da Frater Americana
Ir. Carmina Freitas Santos – Coordenadora do Juvenato Maria Auxiliadora
Edmilson: Boas Vindas/Agradecimentos aos membros da FCD/PE por viabilizarem esta Assembléia em um local acessível/Que os objetivos sejam atingidos/Vamos conhecer alguns pontos turísticos de Recife, com passeio de catamarã pelo Rio Capiberibe;
Dedinho: Boas Vindas ao NE;
Salete: Alegria pela realização da Assembléia, que ela seja FRATERNA/Agradecimento a FCD/PE – pela lição de não desistir nunca/Intensa preparação em 3 Comitês: Junho (SE-CO), Julho (N-NE) e Setembro (SUL);
Fr. José Luiz: Nova esperança/A Frater tem muito a oferecer à sociedade/FRATER – ser Boa Notícia no mundo;
Cláudia Padilla: Alegria de estarmos juntos/Agradecimentos à Equipe Nacional do Brasil e outros fraternistas pelos ensinamentos/Que a Assembléia ocorra com PAZ, SOLIDARIEDADE e FRATERNIDADE.
Edital 01
Edital 02
Noite Cultural na 4ª feira
Passeio na 5ª feira aos pontos turísticos com almoço a R$ 10,00 cada
Apoios para realização da Assembléia è Missionzentrale der Franziskaner; Comissão Episcopal Adveniat; Cáritas; AMNTENA; FCD/PE; Irmãs de São José de Chambéry; Fundação Petrobrás de Seguridade Social/Petros-RJ; Banco A.J. Renner S.A.; Prefeitura Municipal de Recife/PE; Prefeitura Municipal de Carpina/PE; Marcos Antonio Brescovici/SP e Antonio Muniz/APEC
Colaboradores/PE è Laerte Antonio de Araújo, Maria Verônica Alves de Oliveira, Milena Batista de Souza e Maria do Socorro Estevan.
Não fumar na sala
Funções: secretaria è Chico/Sidnei
Moções: quem tem traga redigido
Chave do quarto: entregar na secretaria da casa para providenciar limpeza
Retorno: será organizado
Animação: Fr. José Luiz, Jusa, Glória, Vanderci
Arrumação da sala: Duda, Marlene, Raminho, Wellinton, Lerci
Despertar de manhã: cada um fica responsável em cumprir o horário
Acerto de contas: Dedinho e Mari è 18/05/09 após almoço
Coordenação diária: um membro da coordenação nacional cada dia
Enfermaria è Milena e Verônica
Introdução
Power point .
Velas acesas pelos coordenadores Inter
Desafio è acender todas as velas (dos estados onde não há FCD)
Mensagem de Pe. François è Gratuidade – Power point.
Comentários de Cláudia e Pe. José Luiz è Mensagem de Pe. François
Musica e reflexão final .
18/MAIO è Segunda-feira è Coordenação Dedinho
1. Despertar
2. Café da manhã
3. Oração da manhã è PE e SC
Pequena história da mulher curada por Jesus e de uma pessoa que conheceu a FCD
Pedras no caminho: quais as existem em nosso caminho? O que fazemos com elas? Obstáculo ou oportunidade?
Reflexão individual
Cada um levar uma pedra e fazer uma prece.
Todos respondem: A PEDRA QUE OS PEDREIROS REJEITARAM, TORNOU-SE A PEDRA ANGULAR.
Reflexão sobre as pedras: cada pedra é um conteúdo da Assembléia
Reflexão final .
Música final .
Final: distribuição de uma pedra polida com uma oração
4. Apresentação dos Relatórios
A. FCD BAHIA .
Perguntas e respostas
B. FCD SERGIPE
Estão num processo de reformação. Há um grupo de trablho em Aracaju, com 8 pessoas. Perspectiva de avanço: a Fé. Iniciou como Nordeste III (Bahia e Sergipe). Foi dividido em 2 Estados que caminham independentes. Há pessoas com grande potencial, mas falta agruparem-se e reduzir conflitos de liderança. Duas questões: sempre que há interesse em resolver alguma questão eles caminham e quando alguém assume um cargo não tem mais tempo para a FCD.
Perguntas e respostas
C. FCD PARAÍBA .
Perguntas e respostas
D. FCD CEARÁ .
PROJETO: Trilhando novos caminhos (relatório de atividades e financeiro) parceria entre Vida Brasil e FCD
Curso básico sobre direitos das PcD’s – fev 2009, com 10 temas com aulas e dinâmicas
Cartilha: Cidadão consciente – informação é ação
Atividades:
· Seminário de Inclusão Social
· Seminário Despertar Social
· Mesa redonda – Mulher Deficiente na Sociedade
· Comemoração do Dia Internacional da Mulher
· Encontro das Pastorais Sociais
· Seminário de Inclusão Social das PcD’s
· Avaliação da FCD
· Visitas e cadastramento de PcD’s
· Avanços:
Ø Criação de novo núcleo
Ø Maior participação dos fraternistas
Ø Visitas realizadas por equipe de jovens
Ø PcD’s saírem do anonimato
Ø 3 núcleos e 2 em cultivo
Ø FCD se fortaleceu nesse processo
Ø Ceará tem Comissão de Formação
Ø Arrecadação de recursos para as atividades
Perguntas e respostas
E. FCD DO RIO GRANDE DO NORTE .
Perguntas e respostas
5. Almoço
6. Continuação da apresentação dos relatórios
A. FCD SÃO PAULO .
FOTOS.
Perguntas e respostas
B. FCD RIO DE JANEIRO
Apresentação baseado em: CONVERSA DE BOTEQUIM (musica de Noel Rosa) – foi montado um cenário, uma mesa de bar .
As pessoas se encontram para beber, comer e conversar:
· 4 núcleos e 1 em cultivo
· Participação em todos os eventos (formação, social e político)
· Encontrão de formação com base na Campanha da Fraternidade da CNBB
· Festa junina
· Interação com a comunidade e participação de todos
· Confraternização de Natal
· Arrecadação de recursos
· Reunião mensal com 1 representante de cada núcleo para avaliar a formação e com aprofundamento dos 7 princípios da FCD (2 por ano)
· Participação do Fórum permanente da Arquidiocese
· Seminário da Bahia – foi fantástico, principalmente na questão do planejamento
· Seminário com PE. Geraldo e Chico
· Divisão de responsabilidades entre os núcleos
· Relacionamento da equipe: trabalho sério com alegria e diversão
· Equipe de formação é grande e todos querem participar
· Coral da FCD na Catedral
· Encontro de Fé e Política
· Feira da Acessibilidade
· Passeata para defender a Acessibilidade
Perguntas e respostas
C. FCD MATO GROSSO .
Desafio: montar a equipe de formação
Depoimentos em vídeo .
Perguntas e respostas
7. Intervalo
8. Continuação da apresentação dos relatórios
A. FCD RIO GRANDE DO SUL.
Perguntas e respostas
B. FCD ESPÍRITO SANTO
1 núcleo em cultivo em Cachoeiro do Itapemirim
Encontrou algo diferente no Movimento das Pessoas com Deficiência: A FCD
Iniciou em agosto de 2007
Encontram-se todos os meses
Estão entusiasmados
C. FCD MINAS GERAIS .
5 núcleos ativos, 4 em cultivo e 2 em contato
Participação nas Pastorais e Conselhos
Participação no Grito dos Excluídos
Seminário da Bahia
Estão muito motivados
Preconceito – declaração poética
D. FCD PARANÁ
1 núcleo ativo, 1 em cultivo e alguns contatos
Dar continuidade
Grupo de pessoas com deficiência que estava parando
Gostou quando conheceu a FCD através de visita da Coordenadora Inter
Reanimou o grupo aumentando o número de participantes, mas ainda estão devagar com as atividades
Precisam envolver mais o coordenador
Desafio: ampliar o número de núcleos no Paraná
Não há como avançar sozinho
E. FCD SANTA CATARINA .
Começou no Litoral e foi para o Interior agora precisa fazer o caminho inverso e reativar os núcleos do Litoral.
Perguntas e respostas
9. Jantar
10. Continuação da apresentação dos relatórios
A. FCD PERNAMBUCO
Fotos: Sede da FCD/Bloco de Carnaval “me segura senão eu caio”/Passeio de Catamarã .
Hino de Pernambuco na versão frevo .
Perguntas e respostas
Relatório .
Perguntas e respostas
NÚCLEOS DA FCD EXISTENTES NO BRASIL
|
ESTADO |
ATIVOS |
EM CULTIVO |
EM CONTATO |
EM DIFICULDADE |
|
1.
BA |
3 |
1 |
|
|
|
2.
CE |
3 |
2 |
|
|
|
3.
ES |
|
1 |
|
|
|
4.
MG |
5 |
4 |
2 |
|
|
5.
MT |
4 |
4 |
|
|
|
6.
PB |
11 |
|
|
|
|
7.
PE |
8 |
6 |
2 |
|
|
8.
PR |
1 |
1 |
|
|
|
9.
RJ |
4 |
|
|
|
|
10. RN |
5 |
5 |
|
|
|
11. RS |
16 |
10 |
|
6 |
|
12. SC |
4 |
6 |
|
|
|
13. SE |
|
1 |
|
|
|
14. SP |
16 |
2 |
|
8 |
|
TOTAL |
80 |
43 |
4 |
14 |
|
TOTAL GERAL |
141 |
B. COORDENAÇÃO NACIONAL DA FCD/BR
Relatório
Cartas Abertas .
Prestação de contas será realizada posteriormente com todos os dados
Perguntas e respostas
C. PARECER DO CONSELHO FISCAL
Almiro Dantas de Assis (Pretinho) e Estevão dos Santos Filho
Leitura da Ata do Conselho Fiscal
Aprovação por unanimidade e sem ressalvas das contas de jan/dez 2008
Música final –
Mercedes Sosa .
19/MAIO è Terça-feira è Coordenação Civonei
1. Despertar
2. Café da manhã
3. Oração da manhã è CE, MT e SE
Mensagem/Testemunho de ter encontrado a FCD, lida enquanto entravam
Leitura: Ap. 2, 2-5 è O 1º amor
Reflexões colocadas em comum:
· O Amor é que é importante
· Amor de quem se apaixona, o amor do 1º amor
· Vencer os limites com a clareza do 1º amor
· O amor às vezes não é correspondido, mesmo assim amar sempre......
· É o momento da escolha, de cuidar carinhosamente
Leitura do texto: Tudo depende de mim, de Charles Chaplin
Leitura do texto: Pedi a Deus
Reflexão final: Todos temos nosso 1º amor
Preciso de ti, Senhor.
4. A FCD E O 1º AMOR è Vicente Masip
Apresentação própria: nasceu na Espanha, estudou com o Jesuítas, veio ao Brasil em 1969 com 22 anos, passou por São Paulo, visitou o Peru para conhecer a Frater fundada por PE. Manuel Duato, voltando de Lima foi para São Leopoldo/RS.
Decidiu terminar os estudos antes de começar a Frater, mas uma voz interior o impulsionou e começou a visitar as pessoas.
Ordenou-se em 1974, na Espanha. Voltou e ficou no Recife/PE onde deu continuidade à Frater que começou a se espalhar.
Tinham uma admiração pelas pessoas que superavam seus sofrimentos e doenças. Como essas pessoas conseguem superar? Essa era a manifestação de Deus.
Perguntas e respostas
· Não perder o essencial: A VISITA
· Utilizar melhor: MEIOS DE COMUNICAÇÃO
·
FCD no
início: FALTA DE COMPREENÇÃO DE QUE OS PROTAGONISTAS SÃO OS QUE SOFREM,
MUITAS BARREIRAS ARQUITETÔNICAS, DIFICULDADE
· FCD hoje: BUROCRATIZADA, MUITAS REUNIÕES, POUCAS VISITAS, POUCOS CONTATOS PESSOAIS
· Desafios na FCD:
è A FCD AJUDAR AS PESSOAS A SUPERAREM SEUS PROBLEMAS SEM SE ENVOLVER NAS QUESTÕES ADMINISTRATIVAS; è A FCD CRIAR NÓS COM O QUE JÁ EXISTE, PARA FORMAR REDE, NÃO CRIAR ESTRUTURA; è A FCD PRESTAR ATENÇÃO NO MAIS SIMPLES, NA VIDA CONCRETA DAS PESSOAS; è A FCD CUIDAR FORTEMENTE DOS ASPECTOS COLETIVOS, VALORIZANDO A PESSOA; è A FCD COLABORA PARA QUE O QUE SOFRE POSSA TRANSFORMAR A SOCIEDADE; è A FCD DEVE SE TORNAR MAIS CONHECIDA, MESMO QUE SEJA POR CONFRONTAÇÃO PESSOAL COM A SITUAÇÂO DA PESSOA QUE SOFRE;
“Você só é feliz se faz o que deve ser feito” (Kant)
5. Intervalo
6. CONTINUAÇÃO è O 1º AMOR
Como sou? Se conhecer
1º PASSO: Temperamento (base genética), três tipos:
Ativo è
faz acontecer com muita força, tem iniciativa, atropela, trabalha muito, às
vezes é prepotente;
Emotivo è
faz acontecer com moderação, é compreensivo, é paciente, às vezes nada faz;
Cerebral è é metódico, programado, calculista, às vezes é frio
Temperamento é a mistura (tempero) dessas 3 características
Qual meu ponto forte e qual o fraco?
2º PASSO: Caráter (marca/sinal): é o temperamento influenciado pelos aspectos externos (família, amigos, grupos, escola, etc.)
Quem influenciou mais em minha vida?
3º PASSO: Personalidade (máscara) é o temperamento e o caráter consolidado.
Qual é meu carisma (graça)?
O DESAFIO É CADA UM SE CONHECER E, A
PARTIR DISSO, FAZER O MELHOR POSSÍVEL
Conversar um pouco sobre isso entre nós, um cochicho entre os mais próximos.
Colocar em comum respondendo:
COMO SOU E COMO CONSIGO SUPERAR MEUS
IMPASSES?
O QUE TENHO DE MELHOR E O QUE TENHO QUE
MELHORAR?
RESUMO:
· Cada um tem muita riqueza
· Se fosse fundar a FCD novamente faria a mesma coisa
Ø Contato pessoal
Ø Reunião ser ponto de chegada
Ø Não fabricar lenços, formar redes com os nós entre os lenços
Ø Não investir nas responsabilidades administrativas
Ø Ser eficientes
Ø Investir nas pessoas
Ø Somos educadores, aproveitar as barreiras para conscientizar
7. Almoço
8. Tema: A CONVENÇÃO DA ONU E OS DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA FCD NO CONTEXTO ATUAL è Chico e Fr. Nelson
Lema: “CONHEÇA E FAÇA ACONTECER”.
· Exposição inicial.
· Debate com a Assembléia
· Distribuição dos trabalhos em grupo
PARA
TRABALHAR EM GRUPO ATÉ AGORA VIMOS 4
QUESTÕES FUNDAMENTAIS: DIANTE DISSO: 1. QUE AÇÕES CONCRETAS DEVEMOS DESENVOLVER ENQUANTO
MOVIMENTO? 2. 3.
AÇÃO CONCRETA
|
NÍVEL |
O QUE |
QUANDO |
QUEM |
|
PESSOAL |
|
|
|
|
NA
FCD |
|
|
|
|
COMUNITÁRIO |
|
|
|
|
NAS
IGREJAS |
|
|
|
|
SOCIAL |
|
|
|
|
POLÍTICO |
|
|
|
20/MAIO è Quarta-feira è Coordenação Rosane
1. Despertar
2. Café da manhã
3. Oração da manhã è RJ, BA, e ES
Dramatização do texto At. 3,1-6 apresentado no data-show è ANEXO 33
Reflexão da plenária colocada em comum
4. Continuação do Tema: A CONVENÇÃO DA ONU E OS DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA FCD NO CONTEXTO ATUAL
· Apresentação dos resultados do trabalho de grupo
AÇÃO CONCRETA
PESSOAL
|
O QUE |
QUANDO |
QUEM |
|
Buscar conhecimentos dos seus direitos enquanto cidadão e pessoa com deficiência. |
Cotidianamente junto aos órgãos competentes. |
Todos os cidadãos. |
|
Ser protagonista, Engajar-se
no movimento e na luta e buscar conhecimento legais |
Imediatamente |
Todo fraternista |
|
Vivência Evangélica |
Sempre |
Eu, (no sentido
individual) |
|
Conhecer o eu. Potencialidades e limitações. Conhecer legislação vigente. Formação continuada. |
A partir do presente. Agora. |
Eu, liderança. Todos |
|
Doar-se mais |
Tempo necessário |
Todos nos |
|
Capacitar os
fraternistas em relação às leis. |
Imediatamente. |
Os fraternistas. |
|
Conhecer-se e
atualizar-se Ter senso críticos
e não temer conflitos Fazer uso do
direito de petição (art. 5º da constituição) |
A partir de agora. |
Cada um de nós. |
|
Conhecimento e
envolvimento |
Sempre |
Nós todos
envolvidos |
|
Visitas |
Sempre que
possível |
Eu |
|
Ser mais participativo Visão critica Empoderamento |
Sempre |
Cada um de nós |
NA FCD
|
O QUE |
QUANDO |
QUEM |
|
A FCD deve ser um veiculo de informações em relação as legislações da pessoa com deficiência, participando nas esferas em níveis municipais, estaduais e nacionais, com comprometimento maior das pessoas com deficiência, com maior representatividade, articulando-se com outras entidades afins aumentando as forças. |
Sempre que julgar necessário respeitando a identidade do movimento |
Equipes de coordenação, fraternistas e comissões de assessoria. |
|
Melhorar a organização e a formação dos fraternistas, para o protagonismo na busca de seus direitos. |
Durante todo o período |
*A FCD estadual |
|
Articulação junto as coordenações estaduais, se possível com visitas |
Durante todo o período |
As Inter”s |
|
Ser agente transformador e formador sob a luz do evangelho |
Durante todo o processo e em todas as ações de grupo. |
Todos os fraternistas. |
|
Conhecer a FCD e trabalhar com o coletivo. Plano de Formação. |
Plano de Formação (anual) |
Equipe de Coordenação e Comissão de Formação. |
|
Reuniões periódicas, na metodologia de vídeo conferencia |
Anualmente (no mínimo uma vez por ano) |
Coordenadores estaduais. |
|
Buscar parcerias
para viabilizar recursos para futuras atividades. |
Necessário. |
As lideranlas. |
|
Divulgar a FCD
através de panfletos, foolders, crônicas, rádio,
jornais e Cartas Abertas Buscar o outro
através do contato pessoal (visitas, telefonemas, e-mails) |
Sempre. |
Equipe de
coordenação Todos |
|
Visitas Formação Articulação Divulgação |
Em curto prazo |
Núcleos Coordenação
Estadual Coordenadores Sub-estaduais colaboradores |
|
Formação |
Depende da
necessidade do grupo |
todos |
|
Encontros diversos
para sermos multiplicadores |
Especialmente nos
contatos pessoais e em todos os momentos |
Todos nós
fraternistas |
COMUNITÁRIO
|
O QUE |
QUANDO |
QUEM |
|
Divulgar as ações do movimento, participando da comunidade, movimentos
sociais e entidades afins, simultaneamente trazendo-os para participar na
FCD. |
Nas confraternizações, nas manifestações e em todas as suas atividades. |
Coordenação ou grupo delegado pela mesma. |
|
Participar da vida comunitária através de visitas aos doentes e deficientes. |
Imediatamente |
Todos os fraternistas |
|
Buscar a sensibilização dos aparelhos públicos de nossos bairros |
Imediatamente |
Todos os fraternistas |
|
Focar objetivos coletivos, em conjunto com os movimentos populares em defesa dos direitos de cidadania. |
De imediato. |
Todos |
|
Buscar os movimentos afins. Comunidades. |
Em eventos comunitários. Trabalhar em conjunto com movimentos afins. Mostrar a cara. |
Equipe de Coordenação e o Todo- coletivo de lideranças. |
|
Participar do planejamento na comunidade, envolvendo-se nas atividades existentes de ambas as partes |
Continuamente (nos disponibilizando) |
Família, amigos, vizinhos e outros |
|
Sendo agentes de
participação e modificação. |
Sempre. |
Os fraternistas e
a própria comunidade. |
|
Buscar parcerias e
articulações com critérios Participar nos
movimentos da comunidade |
Quando necessário Sempre |
Equipe de
coordenação Todos |
|
Família Sócio colaborador Núcleos |
Em datas
comemorativas e eventos culturais |
Lideranças
comunitárias Lideranças
religiosas |
|
Fazer valer os
direitos |
Nos momentos
necessários |
Nós |
|
Ser presença na
comunidade e reivindicar |
Na vida diária |
Nós que
utilizamos, em grupo ou individual |
NAS IGREJAS
|
O QUE |
QUANDO |
QUEM |
|
Manter contatos ecumênicos, socializando de forma a envolver os segmentos religiosos em nossas ações |
Nas ações realizadas pelas mesmas, seminários, reuniões mensais entre as denominações religiosas. |
Autoridades religiosas. |
|
Buscar a abertura e fomento ecumênico fraterno |
Sempre |
FCD |
|
Engajar-se nas pastorais e demais movimentos ecumênicos. |
Sempre |
Todos |
|
Participar nas Igrejas. |
Sempre que possível em ações conjuntas. Divulgar a FCD. |
Pessoa como membro da Igreja. Coordenação. |
|
Participar nos eventos da sociedade |
Quando for possível. Prioritário. |
Equipe de coordenação e coletivo. |
|
Participar, Formar e Transformar |
Já |
As Lideranças |
|
Realizar
divulgações de todos os trabalhos realizados pela Frater voltados ao
evangelho. |
Sempre. |
Todos. |
|
Trabalhar para que
aconteça a acessibilidade nas igrejas Participar das
atividades das igrejas (missas, cultos) como movimento |
Imediato Sempre |
Uma comissão Todos |
|
Palestras no ECC e
em outros movimentos |
Quadrimestral |
Os fraternistas
envolvidos com o movimento |
|
Quebrar (trabalhar)
as barreiras atitudinais |
Pastorais Nas celebrações Nos grupos |
FCD |
|
Sermos
evangelizadores |
Nos momentos de
participação nas igrejas |
Todos aqueles que
participam |
SOCIAL
|
O QUE |
QUANDO |
QUEM |
|
Atividades relacionadas à inclusão de forma geral da pessoa com deficiência na sociedade e na luta pelos seus direitos. |
Em todos os momentos de manifestações e reivindicações de direitos sociais. |
O movimento e os fraternistas. |
|
Engajamento nas lutas sem dos direitos sociais como, em terra, sem teto, criança e adolescente, mulher, etc... |
Imediatamente |
Todos os fraternistas |
|
Planejamento de
estratégias em encontros nacionais, 01 por semestre |
Todos os anos |
Coord. Nacional com os coordenadores Estaduais |
|
Participar nos eventos da sociedade |
Quando for possível. Prioritário. |
Equipe de coordenação e coletivo. |
|
Envolver políticas públicas |
Plenárias, fóruns, conferencias e debates |
Conselhos setoriais, entidades afins |
|
Participação
efetiva em espaços públicos e posicionamento de opiniões. |
Sempre que
existir. |
Os representantes
desses movimentos com apoio da coordenação. |
|
Participar nos
conselhos de políticas públicas em todos os níveis Articulação com
entidades que defendem os direitos humanos |
Sempre |
Pessoas delegadas
pelos grupos Equipe de
coordenação |
|
Saúde e educação Direitor humanos Previdência social |
Sempre |
Poder público e
ONGs |
|
Buscar a inclusão
das pessoas nas políticas sociais |
Ontem |
FCD |
|
Atuação e
cobranças para as políticas sociais |
Nos mentos de
grandes protestos e lutas |
O grupo e envolver
os outros movimentos |
POLÍTICO
|
O QUE |
QUANDO |
QUEM |
|
Participações em assembléias, plenárias deliberativas de audiências publicas, agremiações políticas partidárias e em todas as esferas de conselho e conferencias. |
Em todo processo democrático visando a representatividade e a coletividade. |
Todos os membros da fraternidade em geral. |
|
Formação e informação |
Imediatamente |
FCD/BR, Estadual, Municipal e Núcleos |
|
Participação em Conselhos, fóruns, conferências, comissões mistas, audiências públicas, bem como um maior contato com o MP. |
Imediatamente |
FCD/BR, Estadual, Municipal e Núcleos |
|
Participação na elaboração das Leis Orçamentárias |
Imediatamente |
FCD/BR, Estadual, Municipal e Núcleos |
|
Atuação como militantes de uma ação democrática e justa (filiação partidária) |
Sempre |
Todos |
|
Encaminhamento de Projetos. Cobrar das autoridades. |
Assim que tomar posse. |
Equipe de coordenação e coletivo. |
|
Eleger, acompanhar e fiscalizar os poderes políticos |
Processos eletivos e projetos apresentados |
Candidatos em todas as esferas. |
|
Cobrar das
autoridades responsáveis ações efetivas e documentadas. |
Sempre que
possível. |
Todos aqueles que
estão aptos. |
|
Acompanhar os
projetos de leis e a atuação dos parlamentares exigindo o cumprimento das
leis vigentes Participar nos
conselhos de políticas públicas |
Sempre |
Todos, através da
mídia Pessoas delegadas
pelas equipes |
|
Políticas públicas Poder legislativo
municipal Política
representativa através dos poderes |
Continuamente |
Os representantes |
|
Participar na implementação de leis e programas |
Sempre |
Responsáveis da
Frater |
|
Atuar junto ao
executivo e legislativo de cada município na criação de leis e/ou programas
sociais e fiscalizar o andamento |
Na sua execução |
Uma comissão
definida |
· Plenária final
- Atitude è ANEXO 34
- História da rã è ANEXO 35
- As maravilhas da matemática è ANEXO 36
· Observações sobre a apresentação dos grupos:
= Fr. Nelson è Percebeu-se que os grupos trabalharam compartimentalizados, sem relacionar uma realidade com outra, como se houvesse uma separação entre Fé e Vida.
= Chico è quatro verbos podem sintetizar as apresentações:
CONHECER è a si mesmo, as leis e as situações de vida;
PARTICIPAR è de todas as atividades eclesiais, sociais e políticas;
ARTICULAR è com outras entidades de PcD’s, com Movimentos Populares e de Luta pelos Direitos Humanos;
DEFENDER è a vida e os direitos
= Pe. Geraldo è a) processo de autoconhecimento, de aprimoramento pessoal, com estudo, formação e capacitação, conhecendo as possibilidades e limitações; b) entrosar-se com demais movimentos, fazer-se presente, ser visível, participando sem perder os referenciais da FCD; c) lutar pela implantação das políticas públicas, acompanhando os trabalhos dos parlamentares e do poder executivo, descobrindo a importância da luta política-partidária; d) lutar não só pela acessibilidade (rampas, transporte, etc.) mas pela abertura dos corações (abrir os corações fechados); e) utilizar as tecnologias como a vídeo conferência; f) nas igrejas: participar, formar e transformar; g) na política: eleger, acompanhar e fiscalizar e h) sermos multiplicadores.
5. Almoço
6. ASSUNTOS DIVERSOS 01
· PROJETO AMNTENA

ENVIAR AS
ORIENTAÇÕES POR ESCRITO
· ASSUNTOS DIVERSOS 02
|
CARTAS ABERTAS |
SITE DA FCD/BR |
PRIORIDADES |
PRÓXIMA ASS. |
|
RS |
|||
|
Diminuir o número de publicações de Cartas Abertas (Semestral); Colocar sempre conteúdos referentes a legislação; Continuar sendo feita pela nacional; Solicitar mais colaboração financeira para as estaduais e núcleos; |
Responsabilidade da nova equipe, solicitando apoio e ajuda; Sidnei/RS se propõe (se necessário) a ajudar; |
Formação; Maior aproximação em todos os níveis. |
Que a próxima assembléia seja em Maio de 2012 em SP ou RJ; |
|
SC |
|||
|
A equipe que ficar com as Cartas Abertas, também ficar responsável por alimentar o site; Sugerimos que a próxima coordenação seja a responsável pela edição da revista Cartas Abertas, através de uma equipe especifica. PS: No momento SC se encontra em dificuldades de continuar colaborando com a impressão de Cartas Abertas. |
. |
Expansão para os demais estados; Formação e seminários a nível nacional de forma continuada; Painel de orientação jurídica e administrativa enquanto entidade; Maior articulação para que os estados e municípios façam ação conjunta para estar presente e ativos nos conselhos, movimentos e entidades afins na; área de assistência |
A data seria entre Marco e Abril, sendo o local a ser combinado. |
|
SP |
|||
|
Cada estado buscar patrocínios informando que terão um espaço na ultima pagina |
Que fosse acessível a todas as deficiências; Colocar link de conselheiros; Colocar documentário do processo de canonização |
3 encontros de colaboradores e delegados da nacional (coordenado pela Inter); 2 encontros deliberativos e 1 formativo (apoiado e coordenado pela inter); Contato de visita nacional 1 vez por ano. |
No mês de Maio, no RS. |
|
MT |
|||
|
Estabelecer uma política de repasse das estaduais; Continuar com a mesma quantidade de edições; |
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Formação; Encontros dos estados da Inter; Encontros de conselheiros; Trabalho de visitas em novos estados |
Na segunda quinzena de Marco em SC |
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RJ |
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Continuar como acorre atualmente |
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Voltar às origens – Visitas. |
No mês de Maio no Sul |
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CE |
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Responsabilidade da nova equipe e que esta monte uma equipe para ajudá-los |
Questão de políticas publicas, da ONU e avaliar as caminhadas nos estados. |
Um encontro anual de coordenação estadual e nacional. |
No mês de Abril no Sul |
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MG |
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Continuar com a nova equipe; Continuar encaminhando os assuntos; Aumentar a fonte das letras e colocá-las em negrito; Participação mais efetiva dos estados quanto ao envio de materiais. |
Concorda na manutenção, sendo o custo dividido pelos estados. |
Dar continuidade ao seminário de capacitação de coordenadores e conselheiros incluindo os representantes de formação; Priorizar 1 encontro anual com as Interestaduais. Oportunizar um encontro de formação com participação de representantes das Interestaduais, facilitando a troca de experiências. Acento em conselhos nacionais como assistência, saúde, cidades, etc. |
De |
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BA/SE |
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Que Cartas Abertas continue sob a responsabilidade de SC. |
Manutenção do mesmo |
Expansão da Federação no Nordeste e Centro-Oeste; Implantação da Federação no Norte; Encontro anual de formação |
No mês de Abril (primeira quinzena), no RS |
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RN / PR / PE |
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Boleto com valor das despesas do pedido solicitado; A nacional deve dar continuidade. |
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3 cursos de formação, 1 por ano sendo um de conselheiros e u de coordenadores e um administrativo com todas as estaduais; Visitas aos estados |
No mês de Abril ou Maio, no RS |
7. Intervalo
8. Continuação Assuntos diversos
· Apresentação das prioridades 2006/2009 è ANEXO 37
·
RIADES è ANEXO 38
· Informe da Frater Americana è ANEXO 39
· Estrutura e orientações da Federação FCD/BR è ANEXO 40
· Moções
MOÇÃO Nº 01 è ANEXO 41
Favor: 44
Contra: 0
Abstenção: 2
TOTAL
46
MOÇÂO Nº 01 è ANEXO 42
Favor: 46
Contra: 0
Abstenção: 0
TOTAL
46
· Bandeira e adesivo da FCD è ANEXO 43
Proposta da modificação da Bandeira foi retirada
Sugestão de adesivo foi mantida
· Processo de canonização da Maria de Lourdes Guarda
Apoio oficial da FCD
9. Noite Cultural
· Comidas típicas de vários estados do NE, CO e SUL
· Apresentação do Caboclo de Lança (personagem típico da região de Carpina/PE
· Apresentação de Quadrilha por um grupo de crianças e jovens de Carpina/PE
· Baile forró
· Troca de lembranças dos estados
21/MAIO è Quinta-feiraè Coordenação Pernambuco
1. Despertar
2. Café da manhã
3. Oração da manhã è RJ, BA, e ES
· Música de abertura è ANEXO 44
· Leitura: Mensagem de Pe. François, Páscoa de 1977
· Reflexão individual de olhos fechados
· Testemunhos de vida
4. Dia de Convivência/passeio
· Praia da Boa Viagem
· Centro Cultural
· Marco Zero
5. Almoço típico
6. Passeio de Catamarã pelos rios Beberebi e Capiberibe
7. Janta
22/MAIO è Sexta-feiraè Coordenação Ir. Ângela
1. Despertar
2. Café da manhã
3. RETIRO: Discípulos de Jesus na FCD – vivendo a espiritualidade, para a missão è Pe. Geraldo Nascimento.
· Descrição de várias paisagens antigas, mostrando a evolução da humanidade è ANEXO 45 – Análise dessa evolução constante e sem fim, estamos na puberdade da evolução da humanidade.
· O tamanho do mundo e o nosso tamanhoè ANEXO 46 – O Universo vai de 1023m a 10-16m, somos infinitamente pequenos ante a dimensão do Universo e extremamente grandes perante a menor partícula conhecida o “quark”. Nos enxergamos como concorrentes entre uns e outros e por isso produzimos tantas diferenças.
· Imagens do Universo è ANEXO 47
· Contrastes entre crianças ricas e pobres è ANEXO 48
· Tony Melendez è ANEXO 49
· Mulherão è ANEXO 50
· Noticias sobre as desigualdades entre países ricos e pobres è ANEXO 51
· Música è ANEXO 52
· Cochicho e colocação em comum das reflexões
4. Intervalo
5. CONTINUAÇÃO DO RETIRO: AS BEM-AVENTURANÇAS
· Distribuído e lido material por escrito è ANEXO 53
· Reunião em pequenos grupos por proximidade (cochicho)
· Colocação em comum das reflexões:
- priorizamos e valorizamos as coisas e não as pessoas;
- temos que buscar um equilíbrio entre tudo;
- temos que entender as situações entre o direito nosso e a necessidade de sobrevivência do outro;
- o que é mais importante: ter ou ser, o material ou o espiritual;
· Encontro com Pe. François è ANEXO 54
6. Almoço
7. Processo eletivo
· Apresentação do Balanço do Triênio 2006/2007/2008;
· Colaboradores para os escrutínios: Márcia/BA, Milena/PE, Jusa/MT e Vanderci/PE.
· Cláudia Padilla coordenará este momento.
- Reflexões iniciais: trabalho em equipe
- Reflexão:
Lc. 10 – o que fazer para ganhar o céu?
– quem é meu próximo?
– o bom samaritano.
Martin Luther King: um cristão deve perguntar o que tem esse caminho onde aconteceram estas coisas.
O compromisso de construir de mãos dadas um mundo novo.
· Leitura do Documento Base – nº 59, §9º, inciso f.
· Leitura da lista dos candidatos à Coordenador/a Nacional: Rosane, Dedinho, Civonei, Domingos, Odair, Nice, Carlos Alberto, Décio, Maria José, Chico, Raminho, Zenira, Renato Machado, Sidnei, Evandro e Luis Flávio
· Solicitado se aceitam a candidatura a Coordenador/a restou como candidata única a Rosane/RJ.
· Procedida a votação apurou-se o seguinte resultado
Rosane: 33
Branco: 11
Nulo: 2
· Leitura da lista dos candidatos à Conselheiro/a Nacional: Marigilda, Estevão, Pretinho, Cenira e Luis
· Solicitado se aceitam a candidatura a Conselheiro/a restou como candidato único o Pretinho/RJ
· Procedida a votação apurou-se o seguinte resultado
Pretinho: 31
Branco: 14
Nulo: 1
· Leitura da lista dos candidatos à Conselheiro/a Nacional Adjunto/a: Marigilda, Estevão, Cenira e Luis
· Solicitado se aceitam a candidatura a Conselheiro/a Adjunto/a restou como candidato único o Estevão/RJ
· Procedida a votação apurou-se o seguinte resultado
Estevão: 37
Branco: 8
Nulo: 1
· Cada Comitê Interestadual se reuniu e elegeu seu coordenador adjunto.
· Comitê Sul
- Candidatos: Evandro, Domingos, Sidnei e Luis Flávio
- Consultados restou o Domingos.
- Procedida a votação, obteve-se o resultado:
Domingos: 13
Nulo: 1
· Comitê Sudeste/Centro Oeste
- Candidato único: Carlos Alberto
- Procedida a votação, obteve-se o resultado:
Carlos Alberto: 15
Branco: 1
· Comitê Norte/Nordeste
- Candidatos: Dedinho, Raminho, Renato Machado e Décio
- Consultados todos se dispuseram.
- Procedida a votação, obteve-se o resultado:
Dedinho: 10
Renato Machado: 2
Raminho: 0
Décio: 0
Nulo: 1
· COMPOSIÇÃO DA COORDENAÇÃO
Ø Coordenadora Nacional: Rosane Gil
Ø Conselheiro Nacional: Pretinho
Ø Conselheiro Nacional Adjunto: Estevão
Ø Coordenador Adjunto Interestadual N/NE: Dedinho
Ø Coordenador Adjunto Interestadual SE/CO: Carlos Alberto
Ø Coordenador Adjunto Interestadual Sul: Domingos
· Eleição do Conselho Fiscal
- Primeira votação, levantando as mãos:
Conselho Fiscal do Sul: 18
Conselho Fiscal do Norte/Nordeste: 28
- Segunda votação, os candidatos: Márcio, Zenira, Décio, Raminho, Ramos, Renato Machado e Welington
Márcio è 30
Zenira è 26
Décio è 18
Raminho è 29
Ramos è 14
Renato Machado è 8
Welington è 4
Branco è 9
OBS: cada eleitor votou em 3 candidatos; os 3 mais votados serão os titulares e os outros 3 em ordem decrescente serão os suplentes
· CONSELHO FISCAL ELEITO DO INTERESTADUAL NORTE/NORDESTE
Ø TITULARES: Márcio, Raminho e Zenira
Ø SUPLENTES: 1º Décio, 2º Ramos e 3º Renato Machado
· LEITURA DAS FUNÇÕES DOS ELEITOS è ANEXO 55
· PROCLAMAÇÃO E POSSE DOS ELEITOS
· BENÇÃO DO ENVIO è Frei José Luiz Gennaro, ofmConv
8. VOTAÇÃO DAS PRIORIDADES/CARTAS ABERTAS/SITE/PROXIMA ASSEMBLÉIA è ANEXO 56
9. Janta
10. Assembléia Extraordinária è ANEXO 57
23/MAIO è Sábadoè
Coordenação Nova Equipe
1. Despertar
2. Café da manhã
3. Avaliação da Assembléia
4. Celebração final
5. Encerramento com almoço
6. Retorno